
Os momentos mais difíceis na história recente do partido ficam já para trás e, seguindo o caminho aberto pelo XI Congresso, retomamos o formato presencial com a participação de quase 200 delegadas e delegados, além de numerosas organizações que nos acompanharam nos intensos debates durante as três jornadas congressuais realizadas em abril passado.
A análise da realidade e do momento histórico, juntamente com as nossas propostas para o conjunto da classe operária e o povo trabalhador, foram o eixo central dos debates. Entre as conclusões sobre o modelo de Estado finalmente resultou aprovada a proposta de República Socialista Confederal, destacando a necessidade de reforçar as capacidades do Partido com um aparelho central que sirva de suporte à vanguarda política do proletariado. Também reforçar a construção da Frente Operária e Popular pelo Socialismo e estabelecer alianças estratégicas contra a guerra global e a política de morte do imperialismo na sua atual decomposição, onde se revelam com maior clareza as suas expressões mais violentas e grotescas. Também pela defesa do serviços públicos e os direitos conquistados pela classe operária, e contra o reformismo e a sua política do mal menor, que, ao mesmo tempo de servir ao capital, gera desafeição e abre caminho ao fascismo.
Foi eleito um novo Comité Central, em que se combina juventude e veteranice, experiência e vontade revolucionária, que são garantias de futuro e renovação. Muitas vezes, o termo "renovação" foi usado para mascarar traições que legitimaram a capitulação e a posterior liquidação de partidos comunistas. Mas renovar não é reformar; é voltar a um estado de novidade, é ser sempre revolucionário.
No I Plenário do CC foi (re)eleito Julio Díaz como Secretário Geral do PCPE. Após o seu discurso de encerramento, o canto da Internacional marcou o brilhante final do XII Congresso.
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Redação UyL











